Arte abstrata – Características

Existem muitas formas de arte, algumas realçam a perfeição e a riqueza de detalhes, outras a qualidade das formas geométricas e sua repetitividade, e temos ainda a arte que é mais subjetiva, aberta a interpretações de quem a observa.

A arte abstrata valoriza o sentimento que o artista quis expressar em sua obra, mas o seu principal objetivo é despertar no observador sensações sublimes e emoções avassaladoras.

O artista que domina este tipo de arte deve possuir um talento natural para a fluidez de suas pinceladas, ou mesmo uma forma de ver o mundo muito criativa, pois seu trabalho requer que ele manifeste suas emoções ou ideias subjetivas no plano material.

Além disso, deve possuir muita experiência em cores e fomas, devido ao fato de está tentando manifestar algo muito difícil de ser capturado, que é o sentimento humano.

A arte abstrata surge no mundo no século XX, sendo uma quebra de paradigmas para a época, causando muitos problemas em decorrência de seu formato estranho e sem padrão aparente.

Até aquela época, a arte tradicional contava com um realismo escrupuloso, buscando sempre a melhor interpretação do que o artista via em sua frente.

Um dos principais artista da arte abstrata é Wassily Kandinsky. Em sua obra, podemos notar cores fortes e pinceladas raivosas, o que é muito chamativo para o público.

Kandinsky foi um dos primeiros a fazer arte abstrata, e também trabalhou na teoria deste tipo de arte, publicando alguns livros sobre o assunto.

Outro artista famoso por seu estilo foi o Jackson Pollock, sendo mestre na arte feita por gotejamento de tinta. Suas obras são muito destacadas pela autenticidade e características inigualáveis.

Pollock foi o responsável pela disseminação da chamada pintura de ação, nome que traz consciência de que o ato de pintar, com suas ações e movimentos, faz parte da própria obra de arte.

Funções inorgânicas – Como funcionam?

 

A química inorgânica é o estudo dos elementos químicos que não possui carbono, mas possuem todos as outras substâncias da química, é dividida em 4 principais substâncias, base, ácido, sais e óxidos.


No início do seu estudo no século XVII, definia-se química inorgânica o estudo dos compostos que eram derivados de origem mineral e a química orgânica estudava os compostos de origem animal e vegetal.


As características das suas funções, base, ácido, sais e óxidos tem por semelhança o fato de apresentarem propriedades parecidas na sua composição química. Veja abaixo o conceito de suas funções.



Base


É quando ocorre a dissociação iônica ao encontro da substância com a água, ao acontecer esse contato a base libera íons negativos. Possui um forte sabor adstringente e amargo, podemos encontrar com o nome comercial de hidróxido em produtos como soda cáustica (NaOH) produto utilizado para desentupir ralos, no leite de magnésia (Mg(OH)2) um diurético, também encontramos a presença de hidróxidos em diversos produtos em casa como o sabonete, detergente, e a amônia usada para colorir os cabelos.  

Ácido

Uma das características marcantes do ácido é o seu sabor azedo, como o vinagre (CH3COOH) e o limão (C6H8O7), em contato com a água ocorre o transporte de eletricidade, por causa dos desdobramentos de íons.
A comunicação do ácido com a base ocorre a reação de neutralização, se transformando em sais e águas. Encontramos o ácido nos refrigerantes e frutas como maça.


Sais

Possui como uma característica a espuma formada em contato com a água que ocorre por causa de uma corrente elétrica enquanto estão se dissolvendo. Seu sabor é salgado é encontrado no nosso sal de cozinha, no bicarbonato de sódio(NaHCO3) e em remédios para problemas gástricos.


Óxido


É uma substância que possui dois elementos, sempre o oxigênio combinado a um outro elemento, conhecido como composto binário, seu sabor é ácido e amargo, sua presença em casa se encontra na ferrugem, da oxidação do ferro(óxido de ferro III), alvejantes e água-oxigenada utilizada na descoloração de pelos.

Alguns erros comuns da língua portuguesa

Quando estamos começando a aprender a falar a nossa língua mãe, no caso, o português, é comum que alguns erros aconteçam no meio do caminho, seja de gramática, escrita ou até mesmo pronunciação. Afinal, não seria pra menos, com uma língua tão complicada, cheia de regrinhas, conjugações e complicações.

Hoje vamos falar sobre alguns errinhos mais comuns que acontecem na língua portuguesa, que você pode estar cometendo e que ainda não se tocou, por exemplo.

Uso de onde sem se referir a local

O pronome comumente usado “onde”, mostra local, por isso, não deve ser usado de forma diferente. Quando não existir essa noção de localização, é melhor usar “em que” ou “no qual”, além de tantas outras variações para que não existam problemas na hora da comunicação.

Misturar tu e você

Ao usar um dos estilos de se referir aos outros, é preciso usar o mesmo padrão durante todo o período do texto, por isso, caso exista o uso do “tu”, use esse mesmo modelo até o texto acabar, caso contrário, vai ficar esquisito para quem está lendo seu texto encontrar as duas variações.

O “você” é o que é mais utilizado por aí, já o “tu”, é uma maneira mais regional de se falar referido ao você. Por isso, a primeira versão, é a mais indicada, porque você pode abranger mais leitores do que com o uso da referência mais explicita.

Você também precisa aprender a utilizar os diferentes tipos de porquês da língua portuguesa.

Com alguns esforços e pensamentos ao escrever um texto, principalmente com uma boa revisão após o término, poderá existir uma escrita melhor, com mais inteligência, e claro, muito mais clareza na hora da leitura.

Por isso, escrever e ler novamente tudo o que você fez, é uma boa maneira de ter a plena certeza de que o conteúdo está mais correto e dentro daquilo que queria passar ao leitor.

A diferença entre a língua portuguesa e o espanhol

Português é semelhante ao espanhol, é um fato. Você nem precisa ser bem versado em nenhuma dessas línguas para perceber que eles são muito próximos um do outro. Basta dar uma olhada na versão espanhola e portuguesa de um mesmo texto e comparar. O texto da tua caixa de cereais da manhã serve.

As línguas podem ser divididas em famílias. Na Europa, as maiores famílias são as línguas românicas, germânicas e eslavas. Como o espanhol e o português são ambos línguas românicas, eles compartilham semelhanças com outras línguas românicas como o francês e o italiano.

Todos eles encontram suas origens em latim e mantiveram as principais características básicas: a ordem das palavras é a mesma, bem como o uso de gêneros para substantivos comuns, por exemplo. No entanto, de todas as línguas românicas, o espanhol é o mais próximo do Português. Os termos mais comumente usados são quase os mesmos, “agua”,” sol”,” comer”,” bonito”,” desculpa”,… O sistema de conjugação segue a mesma lógica e declinações. No entanto, apesar de todas estas semelhanças, existem diferenças e subtilezas suficientes para fazer o português e o espanhol duas línguas diferentes. A pronúncia é uma delas. O português tem muitos sons arrastados, é uma linguagem muito fluída, ao contrário do espanhol, onde as palavras são mais deliberadas.

Além disso, temos que ter em mente que existem diferentes variantes de português e espanhol. O português europeu soa muito diferente do Português Brasileiro ou Africano, e as pessoas no resto da América Latina e do Sul todos falam espanhol, mas com uma reviravolta diferente.

Sabendo disso, há muitas maneiras de comparar o espanhol com o português. Na América do Sul, a diferença entre espanhol e português é ainda menor. A segunda pessoa do singular, “tu”, desapareceu tanto em espanhol como em português para ser substituída pela terceira pessoa, “você” ou “usted”, ao passo que é usada apenas num contexto formal na Europa.

Outro exemplo é o uso correspondente do que é chamado de presente contínuo em inglês, como em: “eu estou comendo”. Em espanhol (tanto na América do Sul quanto na Europa), a tradução seria “estoy comiendo”, usando uma estrutura gramatical similar. O mesmo acontece em Português Brasileiro: “estou comendo”. Em Portugal, no entanto, as pessoas usariam a forma verbal infinitiva e diriam: “estou a comer”. Estes são exemplos das diferenças entre Português Brasileiro e europeu que tornam o português brasileiro mais próximo do espanhol do que o português europeu.

Como resolver equações de primeiro grau

A matemática é a maior invenção humana, pois proporcionou ao homem quantificar o universo visível, e até mesmo entender o que está invisível aos nossos olhos, como o magnetismo ou a mecânica quântica.

Existem diversos tipo de equações, cada uma com sua finalidade e características próprias, e seu estudo facilita a compreensão de fenômenos físicos abstratos.

A equação de primeiro grau é fundamental na matemática, pois descreve milhares de eventos mensuráveis, indo desde movimentos simples à quantidade de dinheiro em nossa conta bancária.

Ela está baseada na relação linear entre causa e efeito, sendo essencial para a descrição precisa deste tipo de fenômeno.

A equação de primeiro grau genérica é dada na forma

f(x) = ax + b ,

onde “a” e “b” são valores constantes, e “x” é o que varia. O valor de “a” é dito coeficiente angular, e o de “b” é dito coeficiente linear.

Dado um valor de x0, no qual f(x0) = f0, decorre naturalmente que

   x0 = (f0-b)/a,

sendo possível, desta forma, encontrar o valor de x0 pelo respectivo valor de f(x0)

 

Exemplo

A velocidade de um veículo é dada pela equação v(t) = 3t + 1, medida em metros por segundo. (a) Mostre a velocidade deste veículo graficamente, indo de t = 0 até t = 10 segundos. (b) Qual o tempo necessário para que este veículo atinga 31 metros por segundo?

Fica bastante claro a forma como a velocidade varia conforme o tempo passa. Podemos notar que a reta corta em  quando  , indicando que o veículo iniciou a contagem do tempo com uma velocidade inicial de 1 m/s.

Outro ponto interessante é que podemos saber a velocidade do veículo em qualquer tempo que desejarmos, bastando utilizar a equação dada no exercício.

b)Dado v(t0) = 31 m/s,  podemos encontrar o valor de utilizando-se a equação determinada no início deste artigo, de modo que:

t0 = (31-1)/3 = 10s,

ou seja, ao se passar 10 segundos, o veículo terá uma velocidade de 31 m/s.

Podemos confirmar este valor aplicando-o na equação da velocidade do enunciado:

v(10) = (3)(10) + 1 = 31 m/s

que é exatamente a velocidade prevista.

Breve história da bomba nuclear

Durante toda a história da humanidade, raros foram os períodos de paz e tranquilidade vividos pelas civilizações antigas, de modo que em qualquer recorte da história encontraremos guerras.

Nossa capacidade de inovar e aprimorar ferramentas auxiliou no que tange à carnificina, desenvolvendo armas cada vez mais letais e eficientes.

Foi-se o tempo em que tínhamos medo de lanças, flechas ou espadas. Não temos mais medo que nosso vizinho invada nosso território e o tome com armas de alvo único; hoje tememos a destruição total do planeta.

Este medo do apocalipse é bastante racional para quem estudou a história do século XX, onde ficou comprovado o poder letal de uma arma muito inovadora na arte de guerrear: a bomba atômica.

No início do século XX, os principais cientistas do mundo estavam interessados em compreender a forma como a matéria é estruturada, e para isso focaram seus esforços no átomo.

Foram feitas diversas descobertas sobre partículas fundamentais, e de como se organizam para deixar o universo do jeito que é.

Descobriram que um átomo é mais vazio do que matéria propriamente dita, assim como sendo possuidor de um núcleo rígido positivo, onde elétrons orbitavam em seu entorno.

A maioria das descobertas foram feitas por bombardeamento, onde colisões entre o átomo e partículas maciças eram estudadas.

Em meados de 30, Otto Hahn e Lise Meitner bombardearam átomos de urânio, utilizando nêutrons, e provaram que este átomo se dividia em dois átomos menores, e durante o processo liberava muita energia.

Naquele momento, os cientistas perceberam que essa rápida liberação de energia, se bem elaborada e desenvolvida, poderia ter um altíssimo poder destrutivo, sendo o funcionamento básico da bomba atômica que conhecemos hoje.

Com a entrada dos EUA em 1941 na segunda guerra mundial, muitos cientistas importantes foram convocados para um experimento ultrassecreto: Iriam construir uma bomba baseada na fissão nuclear do urânio.

Em 1945, os primeiros testes foram realizados e foi confirmada o poder devastador desta nova arma. No mesmo ano, em vista da resistência japonesa, o então presidente dos EUA, Harry Truman, autorizou o uso da bomba atômica em território japonês.

A primeira bomba, apelidada de “Little Boy”, atingiu Hiroshima, causando a morte de milhares de civis. Como não ouve rendição por parte do Japão, uma segunda bomba foi detonada em Nagasaki, marcando o fim da segunda guerra mundial.

O que é um mito e como são transmitidos

Tratando de forma coloquial um “mito” é algo que é falso, mas muitas vezes aceito como verdadeiro. Mas isto é completamente separado do significado original, uma história sagrada.

Em relação aos exemplos que você deu, se eles são mitos ou não, não tem nada a ver com se os seres ou eventos extraordinários realmente aconteceram. Histórias que são inteiramente ligadas à terra (se você quiser) podem ser mitos, embora seja verdade que elementos extraordinários são geralmente encontrados lá para significar que os eventos transcendem o espaço e o tempo normais. O que faz de algo um mito, pelo contrário, é que é uma história que transmite um sentido transcendente ou unificador especialmente dentro de uma comunidade.

Nesse sentido, se removêssemos todos os chamados elementos “sobrenaturais” da vida de Buda, ainda seria um mito e ainda encarnar os estágios do mito do herói clássico. Milagres e magia tornam tudo mais divertido, fazendo com que os mitos se tornassem algo complexo como num verdadeiro conto de fadas, histórias complexas com começo, meio fim e muito mais do que um enredo simples com moral, como uma fábula. Mas isso não muda o significado do mito.

Portanto,  mitos são histórias que são contadas e recontadas por séculos até que perdem o sentido da história de uma pessoa, e se tornam universais. Eles não se propuseram conscientemente a ser qualquer coisa, eles crescem em seu próprio significado. Porque suas origens são perdidas no tempo, elas nunca são ouvidas pela primeira vez; elas são parte de um tecido de cultura, sempre lá, permeando-o em História, ritual, imagem, embutido nos fundamentos da linguagem.

Tolkein sabia disso, e foi por isso que ele começou por criar linguagem, então encontrou histórias para contar nessas línguas. Por que é que quando as pessoas vêem algo como Aragorn sendo feito rei, é um momento tão emocional e poderoso: mas nós acreditamos na democracia? O mito está a contactar algo mais profundo, mais primitivo do que podemos alcançar com a nossa mente racional.

Tempos Verbais – Quais são e Como usar

Os tempos verbais são as definições que vão determinar a forma com que o verbo deve ser julgado, baseando-se no contexto de tempo da oração. Os tempos verbais, de modo geral, são: passado, presente e futuro.

Tempo Verbal Passado

São usados para indicar fatos que já aconteceram e podem ter três tipos diferentes. São eles:

Pretérito Perfeito

Remete ás frases que foram concluídas antes do momento da fala. Exemplos:

  • Eles navegaram muito por aqueles mares antes de chagar ao Brasil
  • O cachorro dormiu muito e agora está hiperativo
  • Ela acabou a lição de casa e foi dormir

Pretérito Imperfeito

São relacionadas aos fatos que ainda não foram concluídos no momento da fala. Por exemplo:

  • Eu cozinhava quando ele entrou no quarto
  • Quando ficava sem graça escondia a cabeça para que ninguém a visse

Pretérito mais que perfeito

São as frases em que o verbo se trata de uma ação que já aconteceu antes de um outro fato que está relacionado à ele. Exemplos:

  • Antes de sair de casa vi que meu pai beijara a porta de vidro
  • Quando chegamos no mercado, ele fechara a 5 minutos

Tempo Verbal Presente

Esse tempo verbal é utilizado para indicar que um fato está a acontecer no mesmo momento da fala.Comumente esse tipo de verbo também é chamado de gerúndio. Exemplos:

  • Estou fazendo um chá para aliviar a tosse
  • Estou guardando meus materiais antes do sinal porque quero ir logo para o recreio
  • Estou estudando, por favor não me interrompa

Tempo Verbal Futuro

O tempo verbal do futuro é a conjugação dos verbos em situações que ainda não aconteceram ou que podem acontecer. Exemplos:

  • Hoje a tarde haverá um jogo decisivo para a seleção
  • A previsão de tempo diz que amanhã acontecerá uma chuva de meteoros
  • Acredito que não conseguirei terminar a lição a tempo

Futuro do presente

Esse tempo verbal trata das ações que aconteceram logo depois do momento em que foi falada. Exemplos:

  • Quando minha mãe chegar já teremos terminado de lavar a louça
  • Se não chegarmos a tempo, o cantor já terá se apresentado

Agora que já sabe usar os tempos verbais sempre lembre-se de conjugar os verbos no tempo correto, assim, não gerará confusões de diálogo.